terça-feira, 5 de maio de 2009

...o medo dos homens de lá

Nada de novo. Que merda mesmo! Fico putaaaaaaaaaa com isso!




Pra amenizar:

"Deixa o menino aprender ô iaiá
Que a saúde do povo daqui
É o medo dos homens de lá
A consciência do povo daqui
É o medo dos homens de lá
Sabedoria dos povos daqui
É o medo dos homens de lá"


Haloween

A propósito. Já que a Véia ainda anda irritadinha...

Outra coisa que me irrita é essa modinha do roxo. Quando vejo umas pessoas nada haver...com umas coisas mais nada haver nesta cor... fico louca pra mandar pra aquele lugar! Isto porque é outra coisa amo demais e virou banal...até porque todo mundo igual é meio banal! Casamento? Todo mundo de roxo. Vitrines? Sempre alguma coisa com roxo.

Lembro de ter organizado uma festa há sete anos atrás. Tá...tá...era minha festa de 15 anos. Tudo roxo, como sempre foi desde pequeninha. Só que na época tive que aguentar umas piadinhas sem graça, do tipo: "é quinze anos ou é haloween?". Haloween eram aquelas festas enjoativas, toda rosa, onde a aniversariante parecia um bolo confeitado, com aqueles vestidos rechonchudos!

Oh...sei de moda, sei de tendência, sei um pouquinho sobre o porque está cor esta em alta e o que significa. A irritação não é com isso. Foda-se tudo isso inclusive. Só não gosto de me sentir uma coca-cola na prateleira do supermercado. Tá...tá...Os próximos sete anos virão, o roxo vai passar, eu vou continuar a amar e meu haloween vai bombar!

hahahahahahahahahahaha.......




p.s: tomara que daqui há dois anos a febre já tenha passado, porque minha formatura vai ser toda roxa!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Tudo tem seu tempo


Há poucos dias externei aqui que a "Véia" tava meia "assim" com este treco aqui. Mas o lado bom é que neste treco posso falar/escrever (quase) tudo. Digo "quase" porque na verdade não abandonei o hábito de escrever com papel e caneta no meu antigo e eterno diário. Na verdade é lá que tem toda verdade....Isto é outro assunto.
Bueno... Momento "externando rebeldias familares". Externando nós na garganta que nem convem falar. Até porque se falar podem interpretar desde recalque até fofoca. E no momento o que mais desejo todos dias é chegar em casa e ver minha família (pai, mãe e dinda) bem. Gosto de abrir a porta, deparar com as preocupações bobas de minha Dinda, sentir o Charles cheirando meus pés, entrar no quarto de meus pais, ver minha mãe tricotando, meu pai rezando. Depois de tomar minha ducha quente, mesmo passando da meia noite, trocar uma palavrinha com cada um deles. Só assim me sinto mais leve. Quase em paz.

Voltando ao assunto, aqui tenho "liberdade" de escrever sobre o nó na garganta...

Infelizmente tem coisas que nem gostaria de saber ou de ver. Já falei várias vezes que não suporto injustiça. Talvez a palavra exata não seja injustiça. Sei lá. Nem sei direito o que é. É tanta coisa que queria falar. Chego a ficar doente com algumas merdas. O fato é que eu não vou mudar nada. Também, quem sou eu pra mudar alguém? Me irrita/magoa/revolta profundamente coisas do tipo "cuspir no prato em que se come". Se o Seu Jerônimo fosse vivo diria: "Não tem nem merda no c* pra cagar". Além deste sentimento familiar tem o outro lado da "revolta". O lado enquanto ser humano. Enquanto alguém que minimamente conhece o outro lado da vida. Que não vive no mundo do "faz de conta". Que sabe das oportunidades. Assim como não mudarei ninguém, não farei justiça com as próprias mãos. Tem quem faça. Tudo tem seu tempo. Essa não é minha missão. E como diz minha religião:"...quem deve paga quem mereçe recebe..."








Tenho mais Deus prá dar. Bora trabalhar!






P.S: Ninguém é obrigado a entender esse post. Acho que poucos entenderão.

Eles agradecem!

Que horror minha gente. Viram a capa da Veja? "A candidata e o câncer". Não tive coragem de abrir a revista. Meu estômago já está debilitado demais. Além disso, no feriado queria pensar em tudo, menos em política e câncer. Minha alma e meu corpo agradecem!

domingo, 3 de maio de 2009

Merda no céu

Que merda. Na correria das últimas semanas um dos trabalhos da faculdade que fiz era sobre revistas semanais. Peguei uma Carta Capital e tinha uma entrevista pingue-pong com o mestre Augusto Boal. Achei o máximo a revista ter aberto espaço para este artista revolucionário. Prometo que vou catar ela pra colocar aqui no blog. Quando terminei de ler aquilo meu coração tava na boca. E por falar em boca ela estava com muita sede. Sede de teatro. Já conhecia o trabalho do Teatro do Oprimido. Quando vivi um pouco do Cuca (Centro Universitário de Cultura e Arte) conheci de perto uma moçada que era multiplicador do TOP. Mais que isso, vi de perto o poder revolucionário desta parada. Sempre quis fazer algo com o TOP. Também sempre tive o sonho de ser aluna de Boal. Agora, acabo de chegar da rua e fiquei sabendo de sua morte pelo Fantástico. O mestre lutava contra a leucêmia. Fiquei muito triste. Que merda. Merda mesmo. Muita merda no céu!