domingo, 9 de outubro de 2011
Eu fiz do meu jeito
P.S: Sei que estou sumida do blog! De junho pra cá muitas coisas aconteceram, estou apenas tentando fazer aquilo que me comprometi, a palavra é FOCO!!!!
sábado, 18 de junho de 2011
Se esqueceu de mim?
Essas foram as últimas palavras que meu pai me disse antes de partir na manhã seguinte, em 18 de fevereiro de 2010. Hoje faz 1 ano e 4 meses deste triste dia e pelo licença para olhar pro céu e perguntar: "Deus, tu se esqueceu de mim?"
terça-feira, 31 de maio de 2011
Amando e carpinejando
Levante a mão, ou comente aqui, quem não se identificar com uma vírgula do texto do sempre brilhante Carpinejar.
INJUSTIÇA
quinta-feira, 19 de maio de 2011
No Dia do Defensor Público minha homenagem...
Se o meu texto vai sair bonito ou não eu não sei, apenas sei que bonito mesmo é o trabalho destes profissionais. Eu sou suspeita para falar (logo vocês vão entender o motivo), mas a sociedade, o povo, reconhece esta instituição!
Este ano o Tribunal de Contas do Estado (TCE) encomendou uma pesquisa sobre o grau de confiança dos gaúchos em relação a sete instituições. Entre elas estavam a Defensoria Pública do Estado, Polícia Federal, Ministério Público, Assembléia Legislativa, Tribunal de Justiça e Tribunal de Contas da União. A Defensoria ficou em segundo lugar, perdendo somente para a Polícia Federal, mas desbancou órgãos extremamente importantes para a sociedade, como o próprio Tribunal e até mesmo o parlamento gaúcho, afinal somos nós que elegemos os deputados!
Quer reconhecimento maior que este? Sim, acredito que existe um reconhecimento maior que este. Eu não sou defensora pública, muito menos sou da área jurídica, mas cresci praticamente dentro da defensoria e me sinto no direito de afirmar que o maior reconhecimento para um defensor é quando um cidadão o procura.
Neste Dia do Defensor Público um filme de minha vida se passa aqui dentro da minha cabeça e do meu coração. Muitos sabem que minha madrinha é defensora e que minha mãe trabalhou muitos anos na DPE.
Lembro do dia que fugi de casa com meu avô. Usávamos pijama e saímos da Rua Duque de Caxias para ir até a sede da DPE que ficava na Rua Jerônimo Coelho. Também me recordo da mudança para atual sede da Rua 7 de Setembro.
É muita história para contar! Mas hoje eu quero é parabenizar todos os defensores públicos e em especial a Dra. Cleomir de Oliveira Carrão. Sim, a minha madrinha, mais conhecida como dinda Cléo.
Em 1994, durante o governo de Alceu Collares, nasceu a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul graças ao trabalho dela e de uma série de colegas que deram vida a esta instituição. Minha dinda foi a primeira Defensora Pública Geral do Estado. Tenho muito orgulho disto, pois além da importância do trabalho dos defensores lá estava uma mulher mostrando que nós (mulheres) podemos!
Eu poderia anexar aqui o seu currículo, contar da vez em que ela foi Subdefensora no governo Olívio Dutra, ou até mesmo de quando foi presidente da Associação dos Defensores Públicos. Mas não acho necessário, pois quem está com 68 anos de idade e ainda trabalha de segunda à segunda com amor e entusiasmo por suas causas, sendo que já poderia estar aposentada, não precisa de apresentações!
Imagens extraídas do Informativo da ADPERGS - Sexta Edição
Dinda,
Tu és um exemplo de mulher e de profissional. Não escolhi o direito como profissão, às vezes acho que um dos teus maiores sonhos na vida era me ver formada em direito. Mas espero ser uma jornalista com pelo menos 10% da competência profissional que tu tens. E também espero que enquanto jornalista eu possa dar mais notícias boas do que ruins em reportagens que estejam ligadas a área do direito. Não fique brava por eu revelar tua idade. Tu não tens nenhuma plástica, nenhum botox, nada destas invenções que a medicina estética criou. As mais lindas expressões que uma mulher pode ter no rosto e no corpo são as do tempo. Tempo dedicado a família, ao trabalho, aos amores, a vida!
Parabéns pelo teu dia. Que a luta dos defensores continue. Vida longa a Defensoria Pública!
P.S: Dedico este texto a duas pessoas que foram importantes para a história da DPERS: Arminda Vitória e Tânia Cauduro.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Longe do mar
sexta-feira, 6 de maio de 2011
MÃE SAUDADE, por Luiza Carravetta
Eu sempre te senti guerreira, plena, sensível, competente, amiga, generosa. Eu acompanhei o teu crescimento no Curso, desde o teu envolvimento no DA (Diretório Acadêmico), até as tuas atividades na sala de aula. Entretanto, a tua evolução como pessoa, principalmente no lado espiritual, me permite te colocar num lugar especial no meu coração. Eu percebi o teu envolvimento com a tua mãe no semestre passado e o quanto foste importante para ela.
Estou te encaminhando um texto meu. Podes ter certeza de que as nossas mães são eternas, pois nunca morrerão em nossos corações.Conta comigo sempre, como tua amiga de verdade.
Kisses.Luz e Paz.
Luiza

Luiza Carravetta
Aproxima-se mais um “Dia das Mães”. Com os apelos frenéticos do comércio, é impossível passar incólume pela data. Entre super ofertas, encontram-se roupas, sapatos, perfumaria, utilidades e “inutilidades domésticas” (aquelas que só ocupam espaço e que nunca são usadas). Além disso, muitos brindes, como sorteio de viagem, passeios inesquecíveis, carros e outros tantos mimos são disponibilizados para atrair filhos, preocupados em homenagear as mães, comprando presentes e podendo, ainda, agraciá-las com a participação em sorteios.
E é neste clima, em meio a muitas compras e a pacotes multicores, que fico pensando no verdadeiro sentido do dia a dia das mães. Ao invés de coisas materiais, como seria bom o aconchego do abraço, o olhar de cumplicidade, o divertir-se com as alegrias cotidianas, a conversa ao pé do ouvido, os conselhos, as broncas, as concordâncias e discordâncias no bate-papo, a partilha, conseguida nas refeições.
Mas há, também, as lembranças e relembranças das mães saudade. Se, fisicamente, elas não estão mais aqui, as suas marcas são fortes e indeléveis nos corações de seus filhos, pois mães nunca morrem, somente mudam de dimensão.
No diálogo do silêncio, a voz é audível, pois se escuta a voz de mãe, quando se quer, podendo usufruir de todas as suas inflexões e nuances e até escolher os seus melhores momentos. Daí advém as orientações, as direções, os caminhos a seguir.
Na memória olfativa, há o cheiro inconfundível de mãe, com aquele perfume exalando na proximidade do corpo ou ocupando espaços. Há também aqueles aromas de cozinha, do macarrão de domingo, dos bolinhos de chuva ou mesmo da carne de panela ou do bife, empestando a casa toda.
Com os olhos da imaginação, elas são percebidas com toda a sua exuberância e beleza, pois as mães sempre são lindas. As roupas podem ser simples, singelas ou até sofisticadas e de grife, mas são inconfundíveis, pois vêm das mães como modelos de referência.
Do toque da pele percebe-se a sutileza do sentir-se próximo, da mãe que acolhe, que acarinha, que põe no colo, que beija, que se aproxima sem medo.
Não existem palavras, por mais que se percorra o dicionário, que digam o que é ser mãe, quer seja ela presente ou mãe saudade. Os vocábulos fogem, quando se quer dizer tudo o que se sente, pois é impossível expressar o que só o coração sabe fazer. Portanto, neste dia das mães, quem as têm pode usufruir deste momento único, estando perto delas e para as que já partiram é bom saber que mães saudade são eternas, sempre presentes na alma e na vida dos seus filhos.
domingo, 1 de maio de 2011
Tragédia é não lembrar com doçura
O horror da morte súbita de um amor e o êxtase de uma nova vida chegando: foi essa contradição emocional que, quatro anos atrás, viveu Cristiana Guerra, atualmente uma conhecida blogueira especializada em moda (www.hojevouassim.com.br). Cris transitou entre o céu e o inferno. Poderia ter se entregado à vitimização, mas fez melhor: transformou sofrimento em poesia.
Francisco nasceu dois meses depois, forte, saudável e órfão. Cris não se conformou com a ausência de um dos protagonistas da história, e foi então que começou a escrever cartas para que seu bebê lesse quando tivesse idade para tal. Nessas cartas, contou sobre quem era seu pai, como ela e ele se conheceram, e os problemas e alegrias pelos quais passaram durante o pouco tempo de convívio, algo em torno de dois anos de relacionamento. Esses textos, ilustrados com fotos do casal e complementados por alguns e-mails trocados, virou um livro, Para Francisco, da Editora Arx.
Cris me entregou esse livro em mãos dias atrás, quando a conheci em Belo Horizonte. É uma mulher charmosa, firme, bem-humorada. Participamos juntas de um evento e depois voltei ao hotel, onde dei as primeiras folheadas no livro. Na manhã seguinte, ele já havia sido devorado, e me senti agradecida pela oportunidade. Em tempos em que só se fala em amores fóbicos, ler o texto elegante e inteligente da Cris me fez ter uma nova perspectiva do que é tragédia. Tragédia é não lembrar com doçura.
A relação de Cris com o pai de seu filho não teve tempo para o desgaste e a falência. Tiveram alguns desencontros, mas nada que fraturasse a relação que era encantadora e sólida a seu modo. Não sei se duraria pra sempre, mas durou o suficiente pra montar a memória afetiva que estruturará a vida de um menino que conhecerá seu pai através da visão de sua mãe. Nunca havia pensado nisso: vemos nossos pais através dos olhos de nossas mães – estando eles vivos ou não.
A narrativa dessa vida-e-morte simultâneas é contada com desembaraço, emoção e nenhuma pieguice, mesmo tendo todos os elementos para virar um dramalhão. Mas Cris Guerra não deixou a peteca cair e, além de um belo livro, nos deixou um recado valioso: a vida não apenas continua, ela sempre recomeça.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Eu observei...
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Casa deserta
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Só as filhas são felizes...
Que eu sou filho único
Que os filhos únicos são seres infelizes
quarta-feira, 30 de março de 2011
Conselho
segunda-feira, 21 de março de 2011
...
A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi."
A pessoa errada
não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é,
na verdade, a pessoa errada
Porque a pessoa certa faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas
Aí é a hora de procurar a pessoa errada
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é prá na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo
E só assim é possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.
Dizem que este texto é do Luís Fernando Veríssimo. Realmente eu não sei. Pesquisei na internet, mas não posso confirmar se ele é o autor. Também encontrei em alguns sites este texto com o final que segue abaixo.
Nossa missão:
Compreender o universo de cada ser humano,
respeitar as diferenças,
brindar as descobertas,
buscar a evolução.
sábado, 19 de março de 2011
Outra coisa
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Desculpas
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Pedaços de mim

Uma fatia de sonho?

domingo, 20 de fevereiro de 2011
A voz do coração
Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei porque moro ali
Eu não sei porque estou
Eu não sei prá onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei prá onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem (não vem)
Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei porque moro ali
Eu não sei porque estou
Eu não sei prá onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei prá onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas, suas curas
Seus jardins
De que adianta a espera de alguém?
O mundo todo reside
Dentro, em mim
Cada um pode com a força que tem
Na leveza e na doçura
De ser feliz.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
LUTO
